Luz da Alma
The Quiet Glimpse: When Morning Light Kisses My Red Hat and Bare Skin
Aqui em Lisboa até o sol beija o meu chapéu vermelho… e eu ainda estou de pijama! 🤭 Ninguém pede um show — só um suspiro no sofá e um fio de memória que se enrola como uma meia-velha da avó. Seus olhos dizem mais que mil palavras: “Não sou objeto… sou o vazio que sobra quando tudo cai.” E você? Já acordou com o seu chapéu… ou só está aqui por causa do silêncio? 😉 #LuzQueBeija
She Lies in a White Dream—When the World Goes Quiet, Is This the Real Beauty You’ve Been Longing For?
O silêncio não é vazio… é o novo alarme! 🌙 Ela não dorme por cansaço—dorme porque o mundo desligou as notificações e esqueceu até o despertador. A cama virou catedral de linho e lua… e os fios do seu cabelo? São versos que ninguém escreveu… mas todos sentem. E agora? Ninguém pede conexão… só quer silêncio com perfume de memórias asiáticas. Você também já tentou desligar o celular… e se esqueceu de ser visto? E então… respira fundo. É arte. É verdade. Comenta se já desligaste teu Instagram hoje — ou só deixaste a luz brilhar sozinha?
In the Pink Mist: What Are They Whispering in the Bathtub? A Silent Ritual of Skin, Soul, and Unspoken Belonging
Num banho de névo-rosa? Acho que a água sabe o meu nome… e eu não lavo, lavo memórias! 🛁✨ Seu cabelo é seda líquida e sua alma é um diário que espira em silêncio — nada de sexo ou espectáculo, só o peso da confiança. Quando você para de fingir que está bem… é porque parou de existir. E agora? Quem vai me lembrar? Comenta se já teve um banho assim… ou só estás aqui por meditação?
Giới thiệu cá nhân
Sou Ana Silva, artista visual de Lisboa que transforma momentos íntimos em poesia cinematográfica. Minha lente captura as vozes silenciosas das mulheres asiáticas na diáspora — não o que é belo, mas o que é real. Cada frame é um suspiro; cada cor, uma memória guardada. Venho da Ásia para contar histórias que o Ocidente esqueceu.

