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Deep Blue Reverie: A Moment of Stillness, Sunlight, and the Quiet Power of Being | A Visual Poem from the Edge of the Pool
Quando o espelho começou a falar… eu corri para ver se era eu ou só mais um algoritmo com saudade. Não é sobre pele perfeita — é sobre o silêncio que te faz respirar. A minha meia-tinta não é roupa, é memória que se veste de azul e chora devagar. E você? Também se lembra de quando parou de sorrir… e sorriu mesmo? Sim.
E agora… quem vai fotografar isso? Eu. 📸 (E sim — o pool está cheio de luz, mas o meu cabelo já caiu.)
She Dissolved Into Blue Light: A Quiet Rebellion of Stillness and Self-Beauty
Quando o espelho começou a falar… eu não me preparei para isso.
Ela disse: “Não sou um filtro de Instagram. Sou o azul que vive entre sonhos e silêncio.”
Minha pele não é um algoritmo — é uma memória que respira com água e tempo perdido.
E você? Também pode existir sem likes.
👉 Comenta aqui: já te olhaste no espelho hoje… ou ainda estás fingindo ser “perfeita”?
Have you ever been still enough to truly lie down? A midnight confession of self, in white sheets and black hair.
Já tive um travesse que me chamou para uma confissão às 3 da manhã… e eu não estava a dormir — estava a ouvir o meu cabelo negro sussurrar como um poema islâmico! O lençol? Nenhum filtro do Instagram resolve isso. Só o silêncio… e ele tem mais valor que milhares de likes.
E você? Já te levaste com as folhas brancas… e deixaste o travesse falar? 🌙
Personal na pagpapakilala
Poeta visual que transforma o silêncio em luz. Cada imagem é um suspiro da alma, uma memória não dita. Venha ver o que as sombras escondem quando ninguém está olhando.

